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NOVIDADES

As 10 tecnologias emergentes em 2007, segundo o MIT.

A cada ano, a Technology Review (Massachusetts Institute of Technology, MIT) publica sua seleção das dez tecnologias mais interessantes e mais susceptíveis de ter um impacto sobre a economia e a sociedade. Três dessas tecnologias pertencem às ciências da vida: a nanocicatrização, que consiste de microfibras de peptídeos que se juntam para fazer parar uma hemorragia; vem a seguir o controle de células neuronais para aplicações médicas em psiquiatria e, finalmente, a análise unicelular.




Tecnologias Emergentes, 2007.

Créditos: Dave Bradley


Sinal dos tempos, as sete outras tecnologias dizem respeito à informação. Trata-se de:

Vídeo-distribuição em P2P, que representaria já 60% do tráfico total sobre a Net.

Os nanocarregadores solares. Atualmente, as células fotovoltaicas utilizam semicondutores para converter a energia luminosa em corrente elétrica, uma tecnologia cara e pouco eficiente. Todavia, pesquisas recentes mostram que semicondutores com cristais de alguns nanômetros de tamanho poderiam diminuir o preço da energia solar e torná-la tão competitiva quanto os combustíveis fósseis.

A realidade aumentada. Por um sistema de realidade aumentada entende-se um sistema que torna possível superpor a imagem de um modelo virtual 3D sobre uma imagem da realidade, e isto em tempo real. Em cirurgia hepática, por exemplo, a realidade aumentada permite a superposição da imagem vídeo e do modelo 3D, reconstruído segundo a visão do escanner, o que permite ao cirurgião intervir com mais precisão e eficiência.

A revolução do invisível. Certos "metamateriais" compósitos, cujas estruturas são determinadas com precisão, apresentam características inexistentes na natureza, como aquela de desviar as ondas luminosas e, portanto, tornar os objetos invisíveis aos detectores.

Antenas ópticas utilizando nanotecnologias. Antenas ópticas que concentram a luz em um nível nanométrico poderão permitir multiplicar a capacidade de estocagem dos suportes ópticos existentes.

A imagem numérica reinventada. Richard Baraniuk e Kevin Kelly, da Rice University (EUA), pensam que, graças a novos componentes lógicos e materiais, nossas máquinas fotográficas tornar-se-ão menores e mais rápidas, consumindo menos energia e tirando fotos com altíssima resolução. Como? No lugar de fazer gravar a luz por milhões de detectores, depois compactar, comprimir os dados, seu aparelho se apóia sobre um detector único, que captura uma pequena porcentagem da informação transmitida pela objetiva, exatamente o quanto é necessário para permitir a um computador reconstruir a imagem com uma altíssima resolução. Essa técnica poderá revolucionar o imagiamento em medicina, daqui a 2 anos, antes de invadir, daqui a 5 anos, nossos dispositivos eletrônicos e permitir aos telefones celulares produzir imagens de alta qualidade e do tamanho de um pôster.

Monitores médicos personalizados. A idéia é utilizar computadores para automatizar a interpretação de certos dados médicos complexos, como as ondas cerebrais ou os eletrocardiogramas. Confrontados com dados sempre mais abundantes, os médicos têm necessidade de compreender rapidamente as tendências que estes revelam. O programa pode ser a chave de uma medicina mais precisa e mais pessoal. Vigiando (monitorando) a atividade cerebral de um paciente, o aparelho de John Guttag permitiu-lhe ver se formarem as crises de epilepsia e, portanto, preveni-las.

Technology Review (http://www.technologyreview.com/) (Tradução/Texto - MIA).


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