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Pesquisadores russos "jogaram lá em baixo" o preço de produção da bacteriorodopsina.

As propriedades da bacteriorodopsina são tais e tantas que essa substância poderá, em um futuro próximo, servir de base para numerosos equipamentos biomoleculares. O interesse de sua aplicação está, no momento, restrito, pelo seu custo proibitivo. Mas, graças a cientistas russos que definiram um novo procedimento de obtenção da substância, seu custo diminuiu dez vezes.

A bacteriorodopsina é uma proteína produzida por halobactérias - grupo de bactérias (halo = sal) que habita ambientes bastantes salgados, como o Mar Morto, por exemplo. Tal proteína possui um amplo espectro de aplicações, quer se trate da estocagem de informação, de interferômetros, de detectores de luz ultra-rápidos e, até mesmo, da produção de olhos artificiais. Ela tem ainda propriedades antioxidantes e radioprotetoras e é utilizada como aditivo ativo biológico.





Bacteriorodopsina.

Créditos: CI (Rússia)



Os pesquisadores da Universidade de Mendeleiev (Moscou, Rússia) lograram baixar o custo do miligrama de 500 a 5000 rublos a 10 a 50 rublos (1 rublo equivale a 0,077 reais). A dificuldade estava em "disciplinar" a cultura de halobactérias.

Novas cepas foram desenvolvidas por mutagênese espontânea, o que aumentou a produção da bacteriorodopsina de um fator de 20 a 25, bem à frente, portanto, de outros resultados publicados até o presente. Incidentemente, esse método tem a vantagem de reduzir as substâncias derivadas, tais como os carotenóides produzidos simultaneamente pelas halobactérias que apresentam dificuldade quando da purificação.

Informnauka (http://www.informnauka.ru/eng/), consultado em 11 de maio de 2007 (Tradução - MIA).


Nota do Managing Editor: a ilustração aqui apresentada não consta da notícia original e foi obtida em www.google.com.


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