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Branqueamento de dentes: um mercado em expansão!

O amarelecimento natural dos dentes, causado pelo envelhecimento, entre outros fatores, tem provocado uma verdadeira corrida aos dentistas, na busca de dentes mais brancos. Só nos Estados Unidos, conforme a American Academy of Cosmetic Dentistry, a procura por produtos e procedimentos branqueadores cresceu, entre 1996 e 2000, nada mais nada menos que 300%! Considerando-se que os procedimentos para tornar os dentes mais claros, com o passar dos anos, devem ser renovados, imagine-se onde isso irá parar.

Não só os fabricantes mas também os consultórios dentários são os que mais lucram com essa prática, há dez anos freqüente entre seus usuários. Dentre os produtos existentes no mercado, apenas um: o Crest Whitestrips foi alvo de estudos aprofundados sobre sua eficácia e segurança, tornando-se a estrela da empresa Procter e Gamble, seu fabricante. Também, não é para menos! Só nos últimos doze meses suas vendas subiram a 200 milhões de dólares.

O branqueamento consiste na utilização do peróxido ou de seus derivados, que penetram o esmalte para atingir a dentina, onde provocam a oxidação dos compostos orgânicos, responsáveis pelo amarelecimento dos dentes.

Acontece que o mecanismo exato de atuação de tais produtos ainda não está totalmente esclarecido. Ao mesmo tempo que branqueiam os dentes, poderiam ser agentes de aumento dos poros do esmalte, o que contribuiria para tornar os dentes mais sensíveis ao calor, ao frio e a determinados alimentos. Visando a impedir essa eventualidade, os dentistas, cautelosos, aconselham o uso de cremes dentais contendo flúor.

O uso dos produtos branqueadores foi testado por pesquisadores do Center for Evidence-Based Dentistry, do Forsyth Institute, e da Henry M. Goldman School of Dentistry, da Universidade de Boston, ambos nos EUA. Os resultados mostraram que 73% dos voluntários que fizeram uso dos produtos obtiveram bons resultados. Contudo, 20% do grupo de controle que usaram apenas um placebo chegaram a resultados quase idênticos!

Boston Globe, February 04, 2003. (Tradução/Texto - MIA)

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