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Além de alimento e fonte de fármacos, algas também se prestam à produção de placas para isolamento térmico.

Algas e outras plantas marinhas - já conhecidas pelos usos não só alimentícios mas também medicinais que delas são feitos -, passaram a merecer os holofotes também da indústria de materiais isolantes. É isso mesmo! Um projeto financiado pela União Européia vem fornecendo subsídios à comunidade de Klutz, nas costas do Mar Báltico (Mecklenbourg-Pomerânia Ocidental), que está se ocupando da reciclagem de tais materiais, que se espalham nas praias à razão de 600 m3 por ano. Abundantes e, sob tecnologia adequada, irão transformar-se em material isolante.

Isolantes térmicos sintéticos como, por exemplo, a lã de vidro, têm uma capacidade calorífica menor que aquela das plantas marinhas, com uma vantagem adicional: estas são dificilmente inflamáveis.

O produto final, do ponto de vista ecológico, oferece vantagens ímpares: a matéria-prima, além de ser de origem natural, acaba por diminuir a demanda energética, com grande ganho ambiental. A saúde também agradece! Diferentemente de outros isolantes (lã de vidro, por exemplo) o material não causa danos.

Mas ..., como nem tudo é perfeito, se os benefícios são grandes, os custos deixam a desejar: o preço do produto é alto. Uma placa de isolante à base de algas, medindo um metro quadrado e com espessura de 20 cm, sai por volta de 10 euros, perdendo para a lã de vidro que fica em torno de 8 euros.

A desvantagem no preço fica por conta do tratamento requerido pelas algas para eliminação de detritos a elas agregados, e posterior limpeza e secagem das mesmas.

No processo final são obtidos dois tipos de materiais isolantes: um, a granel, para preencher buracos; outro, em placas de isolamento para paredes e tetos.

Handelsblatt, March 24, 2003. (Tradução/Texto - MIA)


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