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Açúcares fluorescentes para o tratamento da tuberculose? É isso mesmo!

Objetivando encontrar novos antibióticos contra a "mycrobacterium tuberculosis", cientistas do "Glycogroup", do Instituto de Química Orgânica da Universidade de Graz, Áustria, por acaso - como várias vezes acontece em ciência -, acabaram por descobrir moléculas "luminosas" de açúcar capazes de marcar enzimas de agentes patogênicos da tuberculose.

A terapia realizada com o etambutol, a qual, diga-se de passagem, até o momento, é tida como a mais eficaz vem sendo "ameaçada" por esse agente patogênico que tem se mostrado cada vez mais e mais resistente a ela. Esse antibiótico impede que as enzimas responsáveis pela construção das paredes celulares da bactéria entrem em ação.

Os pesquisadores de Graz desenvolveram derivados do etambutol, com o intuito de estudar a ação dos mesmos enquanto inibidores dessa biossíntese. Tais derivados são moléculas batizadas como "iminoaçúcares", açúcares que, por sua estrutura, fazem lembrar a molécula de etambutol. Até o presente, o efeito de redução almejado não foi atingido e, sobre as 50 variantes desenvolvidas pelo "Glycogroup", o etambutol segue sendo a terapia que melhores resultados tem alcançado.

Certos açúcares apresentaram, não obstante, um outro efeito: fixando-se na enzima, aqueles que contêm grupos gordurosos emitem luz, propriedade que os torna bastante eficientes como marcadores da enzima, o que permite que seja avaliada a eficácia de novas substâncias pesquisadas.

Em razão do número assustador de novos casos de infecção por ano - oito a doze milhões!-, são necessárias novas terapias contra a tuberculose.

Mais informações: http://www.orgc.tugraz.at/orgc/glycogroup/default.htm e http://www.fwf.ac.at/de/press/zucker.html.


APA, may 19, 2003; Der Standard, may 20, 2003. (Tradução/Texto - MIA)

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