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Nanotecnologias dão relevante contribuição ao estudo de sistemas vasculares.

Já não é novidade a reconstrução de tecidos humanos como, por exemplo, a pele e a cartilagem. Agora, pesquisadores americanos acabam de recriar, artificialmente, em laboratório, um sistema vascular funcional.

As pesquisas foram realizadas no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), sob a direção de Mohammed Kaazempur-Mofrad, que diz: "para recriar essa estrutura artificial, tomamos como modelo vasos vivos, depois otimizamos o todo por computador".

Tubos de polímero biodegradável foram criados pela equipe, a partir de um molde feito de silicone. O passo seguinte foi juntá-los por meio de membranas porosas, vindo a formar um sistema vascular artificial.

Células endoteliais - células epiteliais responsáveis pelo revestimento interno das estruturas do aparelho circulatório -, foram injetadas, in vivo, para recobrir o interior dessa rede artificial. Para o exterior foram usadas células de fígado ou de rim. O pesquisador-chefe afirma que, uma vez degradados os nanotubos, o sistema assemelha-se a uma rede vascular normal.

Esse sistema simples, à base de célula de fígado ou de rim, a seguir, foi implantado em ratos. Trata-se de um sistema que permite fornecer oxigênio e alimentos suficientes à sobrevivência das células de fígado ou de rim.

Coelhos (ou porcos) estão, agora, na mira dos cientistas, que pretendem implantar nos mesmos uma rede vascular artificial, bem mais complexa, antes de recriar um órgão inteiro.

Mohammed Kaazempur-Mofrad acredita que, daqui a quinze anos, essa nova tecnologia poderá ser usada em benefício do homem.

Science & Avenir, 09 juillet, 2003. (Tradução/Texto - MIA)

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