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Estados Unidos : primeiros do ranking em P&D ? O quadro está mudando !...

Estudo de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento), 2004, realizado pela National Science Fondation (USA), acaba de revelar um dado que pode pôr pesquisadores americanos de orelha em pé: Estados Unidos vêm perdendo terreno em P&D!

Isso se deve a um progressivo avanço das ciências em outros países. Não obstante os investimentos e a performance americana em P&D nas ciências e tecnologias (C&T) continuarem fortes, a posição do país em nível mundial começa a diminuir.

A liderança dos Estados Unidos nesse domínio, no momento ainda é mantida. Em 2003 foram empregados 284 bilhões de dólares, investimento três vezes maior que o do Japão, que ocupa o segundo lugar em investimentos em P&D, e mais que a metade de todos os países europeus juntos.

Esses dados, vistos sem análise mais detalhada, não evidenciam um perigo de perda de liderança dos americanos. Contudo, embora a atividade dos Estados Unidos nesse terreno tenha ainda aumentado em 2003, foi apenas de 1%. Pouquíssimo, para quem vinha apresentando 5% de crescimento nos anos anteriores.

Quando comparada a outros países, a produção dos Estados Unidos em C&T também revela uma baixa. Publicações realizadas em revistas especializadas apontam para o fato. Países asiáticos - China (principalmente), Coréia do Sul, Malásia, Cingapura e Taiwan - vêm crescendo muitíssimo, conforme mostram os indicadores. Produzem cada vez mais e exportam, sobretudo produtos de tecnologia de ponta.

De 1990 para cá, vem se observando nos Estados Unidos uma queda de 8% nos diplomas de engenharia. Verifica-se um decréscimo do número de doutorados em domínios de ponta, enquanto os asiáticos estão investindo cada vez mais no desenvolvimento do ensino de novas tecnologias.

Se antes os Estados Unidos atraiam estudantes e pesquisadores estrangeiros nesses setores, e acabavam tirando proveito do grande número de cientistas e engenheiros, não é o que se verifica agora. Estabelecimentos americanos de ensino superior apontam uma queda de 32% no número de estudantes estrangeiros, enquanto que o contrário vem sendo verificado com relação a países como a Inglaterra e o Canadá, nos quais podem ser observados ciclos de crescimento.

Em 2000, recenseamento realizado nos Estados Unidos dava conta de 29% de diplomas de mestrado e 38% de doutorado, oriundos no exterior, nas áreas de ciências e engenharia. Algumas hipóteses são levantadas para explicar a situação, entre elas aponta-se para a política americana após os atentados de 11 de setembro ou a baixa generalizada da economia mundial.

JDN Solutions, August, 2004. (Tradução - MIA)

Nota do Managing Editor: Texto de Autoria de Laëtitia BARDOUL, JDN Solutions, originalmente publicado na Web (http://solutions.journaldunet.com), e consultado em agosto de 2004.


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