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Nanotecnologias versus câncer.

A nanotecnologia veio não só para ficar, mas, também, para ir muitíssimo além, visitando terrenos considerados por muitos como verdadeiramente inusitados. O câncer - fantasma que, há muito, vem tirando o sono, e, mais e pior que isso, a vida de muitos e desafiando a ciência -, agora está na mira da "jovem" senhora.

Nos Estados Unidos, o National Cancer Institute (NCI) acaba de anunciar o lançamento de um programa destinado ao desenvolvimento e emprego das nanotecnologias na luta contra o câncer. O programa, no valor de 144 milhões de dólares, terá a duração de 5 anos, e objetiva desenvolver, em escala molecular, estruturas capazes de detectar e destruir as células cancerosas.

Um leque de diferentes abordagens está em desenvolvimento nos Estados Unidos. Três, entre elas, têm recebido atenção especial da classe médica, como sendo as mais promissoras. Uma delas, do Massachusetts General Hospital, trabalha sobre nanopartículas magnéticas, capazes de, uma vez injetadas no doente, reforçar a eficácia de exames de Imageamento por Ressonância Magnética (IRM); uma outra, dos laboratórios da Rice University, no Texas, busca produzir partículas à base de ouro, capazes de se fixar sobre os tumores, e sob a ação de luz do infravermelho próximo, aquecer e eliminar as células vizinhas. E, uma terceira abordagem, trabalha com a intervenção de pequenas partículas que chegariam até os tumores para, então, liberar os princípios ativos dos medicamentos, aumentando assim a eficácia das quimioterapias clássicas.

As esperanças suscitadas são grandes, mas... trabalha-se, como se vê, em terreno muitíssimo delicado. Assim, não sem razão, os especialistas apelam para uma vigilância constante. As nanopartículas não são absolutamente inocentes, como alguns poderão supor. Dois estudos recentes, realizados com cobaias, revelaram que elas poderiam estar na origem de lesões nos pulmões e no cérebro.

USA Today, September 12, 2004. (Tradução/Texto - MIA)


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